sexta-feira, 1 de julho de 2016

COMO EXERCITAR OS SENTIDOS E

COMO ELES SE RELACIONAM

(continuação do post Os doze sentidos)


Os sentidos trazem notícias do mundo físico, do mundo real. E os sentidos dependem da vivência, de exercitá-los. Quando um sentido básico não é bem desenvolvido nos primeiros sete anos de vida, as consequências aparecem na adolescência e na vida adulta. Veja só de que forma:

TATO/ EU: o sentido do tato bem desenvolvido é responsável pela auto-confiança na vida adulta. O TATO vira EU.
Como ajudar: colo, carinho, abraço, amor. Simples assim. Criança pequena precisa de contato, de calor humano das pessoas que ela ama, especialmente da mãe. Não tenha medo de mimar seu filho, dele ficar dependente ou mal acostumado. Só dando colo, que ele vai conseguir sair do colo depois.

VITAL/ PENSAMENTO: o sentido vital traz a sensação de pertencimento, de se sentir em casa, de satisfação. Quando os pais prestam atenção se a criança está bem, bem disposta, prestam atenção no vital e ensinam a criança a prestar atenção também. Quando esse sentido não é bem desenvolvido, a pessoa cresce com uma certa vergonha, como se não fosse bem-vinda.
Como ajudar: ter a medida e o momento certo para cada atividade, ter alegria às refeições, dar segurança à criança na infância, ouvir o que ela está dizendo e levar em conta.

MOVIMENTO/ LINGUAGEM: está ligado ao domínio do próprio movimento e à liberdade de movimento. Uma criança vê o campo verde, sai correndo, livre, numa alegria infinita. Esse sentido do movimento bem desenvolvido gera uma grande sensação de liberdade, de ser um ser humano livre. O contrário disso é a paralisação, uma sensação de impotência paralisante.
Como ajudar: permitir que as crianças sejam ativas, levá-las para brincar ao ar livre, num espaço amplo, onde possam correr a vontade, fazer todo o tipo de movimento que quiserem.

EQUILÍBRIO/ AUDIÇÃO: o sentido do equilíbrio traz a percepção da minha individualidade, de que eu sou um ser singular, um ser único. Quando esse sentido não é bem desenvolvido na infância, nos sentimos substituíveis, podemos ter tendência, na fase adulta, à destruição, vícios, violência.
Como ajudar: deixar a criança subir em árvores, brincar no balanço. Não ficar tanto tempo parado, em frente à TV ou ao computador.

Apareçam sempre!

 

 


 

 


 

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